segunda-feira, 6 de setembro de 2010

[NEWS] - NY TIMES: THE FINAL FRONTIER, INDÚSTRIA MUSICAL

Fãs de heavy metal se orgulham da sua imagem de “renegados”. Mas para a indústria da música, os seguidores da banda britânica Iron Maiden se tornaram cidadãos-modelo.

Enquanto as vendas de música despencam e as gravadoras enfrentam o futuro com ansiedade, os fãs do Maiden ainda correm para as lojas de discos. Como o mascote zumbi da banda, Eddie the Head, o Iron Maiden se recusa a morrer, e sua vitalidade contínua pode oferecer à perturbada indústria musical algumas dicas de como sobreviver.

O 15º álbum do Iron Maiden, “The Final Frontier”, entrou direto no topo da lista de álbuns da revista Billboard européia quando foi lançado no final de agosto, e segurou a posição na segunda semana. O álbum também estreou em primeiro lugar em outros países, desde Arábia Saudita até o Japão, dando uma necessária ajuda para a EMI Music, que detém os direitos internacionais. Nos Estados Unidos, onde foi lançado pela Universal Music Enterprises, “The Final Frontier” estreou na 4ª posição.

Até o final da última semana, mais de 800 mil cópias de “The Final Frontier” tinham sido enviadas para lojas do mundo todo, diz Rod Smallwood, empresário de longa data da banda. Isso ainda é bem longe das mais de 12 milhões de cópias vendidas do primeiro álbum de Lady Gaga, “The Fame”. Mas o Iron Maiden tem uma longevidade que muitos artistas pop podem apenas invejar. Em mais de 30 anos de carreira, a banda vendeu aproximadamente 85 milhões de cópias.

“Muitas bandas poderiam aprender com o Maiden.O Maiden se preocupa essencialmente com a relação com os fãs, e nada atrapalha isso. Eles não querem ser rock stars. Eles simplesmente gostam de tocar para os fãs.” diz Smallwood.

Os seis membros do Iron Maiden, todos na casa dos 50 anos de idade, não são os únicos veteranos do metal que ainda tocam ao vivo e gravam álbuns. Bandas como Metallica também seguem firme, e bandas de hard rock como AC/DC e Guns N’ Roses também encontraram um sucesso renovado.

“Com sua imagem tribal e parâmetros extremos, o metal oferece um ‘lar’ para aqueles que o acompanham de uma forma que nem o pop, nem o hip-hop e nenhum outro gênero oferece”, diz Joel McIver, escritor londrino que é autor de “Justice for All: The Truth About Metallica” e outros livros sobre heavy metal.

Uma relação próxima dos fãs, reforçada por uma agenda implacável de shows, tem sido uma necessidade para a banda desde o início, quando a principal ferramenta de marketing da indústria musical, a vinculação nas rádios, passava longe do Iron Maiden. As músicas eram muito longas e muito barulhentas para se encaixar nas fórmulas convencionais das rádios, e alguns grupos de pais cristãos protestavam contra as mensagens Satânicas inseridas nas músicas – uma acusação que a banda sempre negou.

A falta de exposição em rádios pode ter criado desafios, mas preparou o Iron Maiden para a era digital, quando o modelo tradicional da indústria faliu. Agora, um single que toque bastante nas rádios provavelmente mandará mais ouvintes para a internet para baixar o álbum de forma gratuita do que para as lojas.

Pelo fato das músicas do Iron Maiden não se encaixarem no molde de um single de rádio – três delas, no último lançamento, têm mais de 9 minutos – a banda não sofre tanto com esse problema.

Enquanto “The Final Frontier” atingiu o topo das listas no mês passado, os serviços digitais mostraram pequenos níveis de download ilegal do álbum, segundo David Kassler, chefe de operações da EMI na Europa.

“Você imagina que algumas pessoas vão piratear, mas não estão fazendo isso”, diz Kassler. “Elas querem o álbum físico. Elas adoram a capa, as letras. É algo que elas querem mostrar para seus amigos e família”.

As vendas digitais de “The Final Frontier” estão baixas, provavelmente correspondendo a apenas 10% ou 15% de todas as vendas nos Estados Unidos, segundo Smallwood. De forma geral, as vendas digitais correspondem a quase metade do mercado musical americano.

Mas o Iron Maiden não sofre de anacronismo da era analógica, insiste Smallwood. A falta de vinculação nas rádios e a dependência do boca-a-boca preparou bem a banda para as nuances do marketing digital, ele diz.

“Quando a internet chegou, provavelmente fomos um dos primeiros a entender o potencial”, ele diz.

Antes do lançamento do álbum, o Iron Maiden renovou o website, criou um perfil no Facebook e ofereceu um single digital de graça, “El Dorado”, para que os fãs fizessem o download. Lançaram até um jogo grátis.

Para encorajar as vendas de álbuns, camisetas e outras mercadorias ligadas ao “The Final Frontier”, a EMI montou seções especiais para o Iron Maiden em lojas européias como a HMV, Media Markt e FNAC.

As vendas desse tipo de merchandise podem chegar a corresponder a mais de 20% dos ganhos de uma gravadora com a banda, segundo Kassler, apesar de ele não ter fornecido nenhum dado específico para o Iron Maiden.

Apesar desses esforços, é improvável que o Maiden retome o sucesso de vendas dos anos 80, quando um álbum como “The Number of the Beast” vendou 14 milhões de cópias. Pelo fato de os fãs serem muito fiéis, eles tendem a comprar o álbum rapidamente, mas as vendas caem após algumas semanas.

Ainda assim, Joel McIver, o escritor, diz que há muitas lições para a indústria musical no sucesso contínuo do Iron Maiden: “Invista no longo prazo. Crie uma imagem. Dê aos fãs o que eles querem. Faça shows e mais shows. Toque em festivais. Aproveite a nova tecnologia. Seja inovador. Seja honesto. Seja original. Faça boas músicas.”

domingo, 5 de setembro de 2010

Divulgada capa do novo DVD do Slipknot





Faz todo o sentido que a banda, conhecida por sua coleção de DVDs, variando de câmeras, vários ângulos e documentários sobre o trabalho por trás dos shows e dos clipes, lançaria "(sic)nesses", que conta com uma apresentação especial do Slipknot no Download Festival.

Todos os shows do Slipknot são memoráveis, mas este é mais memorável ainda. Foi o dia em que a banda tocou todos os seus hits de todos os seus álbuns de platina. No palco é o Slipknot em toda a sua essência e você se sentirá na primeira fila.

30 câmeras capturando todos os ângulos possíveis da banda, que viajou por todo o mundo desfilando seus hits, mostrando também seus fãs como um elemento crucial de qualquer show do Slipknot, tão importantes quanto qualquer membro da banda.

Talvez o mais importante destaque de (sic)nesses é que foi uma das últimas apresentações do fundador da banda Paul Gray, baixista que faleceu tragicamente em maio de 2010. Embora inicialmente sem a intenção de ser um DVD de tributo, o show é um testemunho da herança de Paul Gray, onde os fãs podem desfrutar de sua forte expressão como baixista, fazendo aquilo o que mais amava.

Além disso, o DVD inclui um documentário de 45 minutos com os bastidores do show, dirigido pelo percussionista Shawn Crahan, além de todos os quatro vídeo clipes produzidos para o All Hope Is Gone, último álbum do Slipknot.

(sic)nesses, que será oficialmente lançado no dia 28 de Setembro conta com as seguintes músicas ao vivo:

01. 742617000027
02. (sic)
03. Eyeless
04. Wait and Bleed
05. Get This
06. Before I Forget
07. Sulfur
08. The Blister Exists
09. Dead Memories
10. Left Behind
11. Disasterpiece
12. Vermilion
13. Everything Ends
14. Psychosocial
15. Duality
16. People=Shit
17. Surfacing
18. Spit it Out

Corey Taylor se diz confuso quanto a volta do Slipknot

Corey Taylor se diz confuso e não quer fazer quaisquer declarações sobre o futuro do Slipknot após o recente falecimento do baixista Paul Gray. O vocalista diz estar concentrando-se, no momento, na divulgação do novo disco de sua outra banda, o Stone Sour.

"É uma espécie de zona cinzenta agora. Todo mundo ainda está sentindo isso, é muito cedo pra tomar qualquer decisão", declara Corey ao site FMQB Productions.

"É muito conflitante sobre se deve ou não fazer algo mais com o Slipknot, porque pra mim, o Paul era parte fundamental da banda. Ele foi um dos principais responsáveis por fazer a banda chegar onde chegou. Paul era o orquestrador por trás de algumas das melhores músicas que nós lançamos. Ele era a alma da banda", completa Corey.

"Não quero fazer quaisquer declarações que me faça parecer um idiota no futuro, mas pra mim, agora, a volta do Slipknot simplesmente não faz sentido", diz o vocalista. "Até algo aconteça, esse é o modo como vejo as coisas. É por isso que sempre venho dizendo que é muito cedo pra dizer... mas nunca se sabe".

Vale lembrar que a programação do Slipknot seria, independente da morte de seu baixista, dar uma pausa nas atividades até 2012, enquanto seus integrantes se envolvem em projetos paralelos. Qualquer decisão quanto ao futuro da banda só será definido, exatamente, na proximidade desta data.

sábado, 4 de setembro de 2010

Joey Jordison: baterista diz que o Slipknot retornará

O baterista do Slipknot, Joey Jordison, falou com Kile Munson, do DesMoinesRegister.com, que ainda está de luto pelo passamento do baixista Paul Gray, encontrado morto em 24 de maio em um quarto de hotel em Urbandale, Iowa. "Ele era meu melhor amigo, e ainda é", disse Jordison. "Ele era minha alma gêmea musical"

Jordison ainda revelou que houve ocasiões em que ele poderia ter sido a vítima dos excessos de rock-star e abuso de substâncias no lugar de seu colega de banda. "Eu mexi com essas coisas por três anos", disse. "Eu pensava que tudo eram apenas jogos divertidos, mas não é... Após terminar minha turnê com o Korn (2007), eu realmente fui atrás disso.... Isso realmente me pegou. E é isso - eu simplesmente parei".

"A vida é definitivamente mais preciosa agora", completa. "A música agora, realmente, quando eu toco é como se estivesse tocando para todas pessoas que perdi. Penso nelas o tempo todo".

Sobre a possibilidade da banda continuar, Jordison diz: "Haverá outro disco do Slipknot, com certeza. Mas não haverá substituições. Todo mundo na banda toca baixo e consegue tocar guitarra. Faremos desse jeito. Mas quero que todos saibam - e que todos os fãs do Slipknot e o estado de Iowa saibam - que, independentemente do que eu estaja fazendo agora com [ROB] ZOMBIE e MURDERDOLLS, o Slipknot voltará".

"Mas ainda estamos lidando com a morte de Paul, que Deus proteja sua alma... Paul não iria querer que nunca mais fizéssemos outro disco do SLIPKNOT".

Slipknot: Corey Taylor já pagou fã para deixar plateia

Parece que o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, se incomoda bastante com os fãs da banda quando está se apresentando com seu outro grupo, o STONE SOUR. Segundo o cantor, existem fãs chatos que ficam pedindo músicas do Slipknot em pleno show do STONE SOUR.

Taylor revelou, em entrevista à Metal Hammer, que já chegou a pagar um fã para que deixasse a plateia. A informação é do Terra. "Lembro de tirar dinheiro do bolso e dar para um cara ir embora escoltado pelo segurança", disse o vocalista. "Se você quer ouvir essas músicas, você está no show errado", completou. Taylor deixou bem claro que separa totalmente os trabalhos das duas bandas: "É difícil fazer show para uma plateia onde três quartos estão pedindo canções do Slipknot".

O STONE SOUR foi formado em 1992 e Corey Taylor deixou o grupo para se juntar ao Slipknot em 1995, juntamente com o guitarrista Jim Root. Porém, em 2002, Taylor voltou a se apresentar com o STONE SOUR paralelamente.

Guitarrista do Aerosmith sofre acidente de motocicleta

O guitarrista e um dos líderes da banda Aerosmith, Joey Perry, sofreu um leve acidente de motocicleta nas cercanias de Boston, nos Estados Unidos.

O músico americano foi rapidamente levado ao Morton Hospital, mas pouco tempo depois foi liberado pela equipe médica sem contusões graves e nenhuma fratura. Perry estava dirigindo sua Ducati na estrada 44 quando uma mulher de 62 anos dirigindo uma caminhonete o atingiu na parte de trás de sua moto.

Liz Rosenberg, assessora da banda, disse que Perry está bem e descansando em casa e que todos estão despreocupados.

A banda embarcará em uma mini-turnê americana a partir da próxima semana e no dia 14 de agosto realizará um show em Boston, cidade-natal do Aerosmith, no Fenway Park. Nos últimos 12 meses, enquanto a banda divulgava a turnê mundial de "Cocked, Locked, Ready to Rock", vários incidentes aconteceram com todos os integrantes.

O guitarrista Brad Withford teve uma contusão na cabeça, o baixista Tom Hamilton precisou fazer uma cirurgia, e o vocalista Steven Tyler teve um estiramento na perna e meses depois caiu do palco em South Dakota e teve que fazer uma cirurgia em seu ombro.

A banda, que esteve recentemente no Brasil, em maio, para apresentação única em São Paulo, já vendeu mais de 150 milhões de cópias em sua carreira.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Fã sofre ataque cardíaco e morre após show do Slipknot

Corey Nickels, norte-americano de 29 anos, morreu após sofrer um ataque cardíaco durante a saída de um show da banda de heavy metal Slipknot neste domingo (25), na cidade de Council Bluffs, nos EUA, informa o jornal “Daily Nonpareil”.

Nickels não estava se sentindo bem logo após o show, diz Rick Benson, diretor do serviço de emergência. Ao ser atendido, sofreu o ataque cardíaco, e após receber os primeiros socorros, foi levado de ambulância a um hospital, onde foi declarado morto.

Segundo o jornal, amigos disseram que Nickels teria um histórico familiar de problemas cardíacos. Uma autópsia para determinar a causa da morte seria realizada na segunda-feira (26).

Não é a primeira vez que um show do Slipknot tem incidentes na cidade. Em 2005, a polícia prendeu dois fãs da banda após uma confusão durante a entrada do público para um show da banda no mesmo local onde Nickels sofreu o ataque cardíaco.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Para ingleses, baterista do Slipknot é o melhor dos últimos 25 anos

O baterista da banda de heavy metal Slipknot foi considerado o melhor instrumentista do gênero no mundo por 100 mil leitores da revista especializada "Rhythm", editada na Inglaterra.

Segundo informações veiculadas pela BBC nesta segunda-feira (30), Joey Jordison foi considerado o melhor baterista dos últimos 25 anos pelos compradores da publicação.

Aos 35 anos, o músico se declarou "sem palavras" com a posição de destaque no ranking. "Isso está além do inacreditável. É este tipo de coisa que me deixa inspirado para seguir tocando", disse.

Para o editor da "Rhythm" Chris Barnes a "técnica impressionante e sua capacidade de imprimir seu estilo único a cada projeto que integra" influenciaram no resultado.

Bem à frente de Dave Grohl
Jordison superou Mike Portnoy, da banda Dream Theater e Gavin Harrison, da Porcupine Tree.

Em quarto lugar na lista surgiu Niel Peart, do Rush. Em seguida, na quinta posição, figurou o ex-Nirvana e atual Foo Fighters e Them Crooked Vultures Dave Grohl.

Slipknot vai gravar novo album após morte de Paul Gray diz Baterista

Joey Jordison, baterista banda Slipknot, declarou ao portal "Des Moines Register" que, apesar da morte do baixista Paul Gray em maio deste ano, o grupo vai prosseguir e gravar um novo álbum.

Jordison acrescentou que Gray não será substituído e que as linhas de baixo serão compostas e gravadas por outros membros da banda.

"Ainda estamos lidando com a morte de Paul, que Deus tenha sua alma, mas ele jamais diria para não gravarmos um outro disco", destacou o baterista à publicação.

Paul Gray foi encontrado morto em um hotel do subúrbio de Des Moines, em Iowa, nos Estados Unidos, em 25 de maio. Resultados da necrópsia realizada no corpo do baixista revelaram que a morte foi provocada por uma overdose acidental de morfinal e fentanil — um substituto sintético da morfina.

DVD ao vivo
Mesmo com as atividades temporariamente suspensas, a banda lança um novo DVD ao vivo no próximo dia 28. O show foi gravado no condado britânico de Leicestershire, durante a edição 2009 do Download Festival, diante de uma plateia com aproximadamente 80 mil pessoas.

"Não saberei mais meu nome quando tiver 85 anos, mas lembrarei deste show" comentou Jordison que, por enquanto, segue se apresentando com seu projeto paralelo Murderdolls.

Recentemente, Joey Jordison foi considerado o melhor instrumentista do gênero no mundo por 100 mil leitores da revista especializada "Rhythm", editada na Inglaterra.

domingo, 30 de maio de 2010

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Guns 'N' Roses

Guns N' Roses

Guns roses logo.png
Download Feastival 2006 -2.jpg
Guns N' Roses durante concerto no Download 2006. Da esq. para a dir.:Richard Fortus,Izzy Stradlin,Axl Rose e Ron Thal
Informação geral
Origem Los Angeles, Califórnia [1]
País Estados Unidos
Gêneros Hard rock
Heavy metal[2]
Período em atividade 1985 – presente
Gravadoras Geffen Records
UZI Suicide
Página oficial www.gunsnroses.com
Integrantes
Axl Rose
Dizzy Reed
Tommy Stinson
Chris Pitman
Richard Fortus
Ron "Bumblefoot" Thal
Frank Ferrer
DJ Ashba
Ex-integrantes
Ole Beich (falecido)
Markws Gosbon
Rob Gardner
Tracii Guns
Steven Adler
Izzy Stradlin
Gilby Clarke
Saul "Slash" Hudson
Matt Sorum
Duff McKagan
Josh Freese
Paul Tobias
Buckethead
Bryan "Brain" Mantia
Robin Finck

Guns N' Roses é uma banda de hard rock norte-americana formada em Los Angeles, Califórnia em 1985. A banda, liderada pelo vocalista e co-fundador Axl Rose, passou por várias mudanças de formação e controvérsias desde a sua criação. O Guns N' Roses lançou seis álbuns de estúdio, três EP, um álbum ao vivo e três DVDs musicais ao longo da sua carreira. O álbum mais recente da banda é Chinese Democracy, lançado em 2008 e o primeiro trabalho com novas faixas desde 1993.

Suas canções de maior sucesso são "Welcome to the Jungle", "Paradise City", "Don't Cry", "Sweet Child O' Mine", "Patience", e "November Rain", que alcançaram o top 10 da Billboard. Na sua fase nova destacam-se as canções "Chinese Democracy" e "Better", singles do álbum Chinese Democracy, e "Shackler's Revenge", que saiu no jogo Rock Band 2.

A banda já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo,[3] sendo cerca de 70 milhões somente nos Estados Unidos.[4] O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction[5] vendeu cerca de 40 milhões de cópias no mundo todo, 23 milhões apenas nos Estados Unidos, sendo certificado 23 vezes platina pela RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América).

O estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo durante uma nova era de dominação do hard rock no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Enquanto o glam metal liderava nas vendas de discos, tabelas de vídeos e rádio, os Guns N' Roses ofereciam um som mais tradicional do rock, e conquistaram muitos fãs, impressionados pela autenticidade entusiasmante.[6]

A banda teve grande sucesso mundial entre 1988 e 1993, mas devido a conflitos de personalidade entre os membros do grupo levou ao fim do alinhamento original. Atualmente, Axl Rose e Dizzy Reed são os únicos membros originais no alinhamento do Guns N' Roses, sendo o vocalista desde 1985 e tecladista desde 1990, respectivamente.

Seu novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23 Novembro (EUA) e 25 de novembro 2008 no Brasil e já vendeu (4 de Fevereiro de 2010) cerca de 5 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias.

História

O começo

A história do Guns N' Roses começa nos meados de 1985 quando o vocalista W. Axl Rose funde as bandas de qual participava para montar uma nova banda com seu amigo de infância Izzy Stradlin. A banda antes formada pela dupla se chamava Rose, que logo é renomeada para Hollywood Rose. Contava com W. Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Markws Gosbon (guitarra), Rick Holland (baixo) e Johnny Kreiss (bateria). A nova banda consegue algum destaque nos subúrbios de Los Angeles, com muitas composições próprias (que futuramente seriam tocadas pelo Guns N' Roses) como "My Way, Your Way" (Anything Goes), "Wreckless" (Reckless Life) e "Shadow Of Your Love". O último show do Hollywood Rose aconteceu na virada do ano de 1984/1985. Após isso a banda se dissolveu.

Assim, ao início de 1985, os ex-membros do Hollywood Rose, Axl Rose e Izzy Stradlin (Guitarra Base), se juntam a três ex-membros de outra banda recém dissolvida: Tracii Guns (Guitarra Solo), Ole Beich (Baixo) e Robbie Gardner (Bateria) da banda L.A. Guns. Com a junção dos membros e dos nomes das duas bandas, surge o Guns n' Roses. Essa formação porém se apresentou apenas uma única vez, em março de 1985. Após esse show, Ole Beich foi substituído por Duff McKagan.

Com essa formação (Axl, Tracii, Izzy Stradlin, Duff e Robbie), a banda fez mais alguns shows até a metade de 1985, quando a banda sofreu novas alterações: Tracii Guns e Robbie Gardner saíram da banda. Duff McKagan convidou seus antigos parceiros de Road Crew, o guitarrista Slash e o baterista Steven Adler para seus lugares. Nascia assim a formação mais conhecida da banda Guns N' Roses.

A estréia nos palcos da nova formação aconteceu em 6 de Junho de 1985, no conhecido Troubador em Hollywood, para cerca de 150 pessoas . Após isso, a banda seguiu para Seattle onde teve a sua turnê de estréia, conhecida por Hell Tour. Sobre esta turnê do Guns, pode-se afirmar que foi um fracasso, pois no caminho entre Los Angeles e Seatle, a Van onde os gunners viajavam quebrou, não restando alternativa a não ser abandonar o veículo e pedir carona. E esta carona, demora mais de dois dias para chegar, atrasando seu primeiro compromisso em Seattle, causando, como consequência, o cancelamento da tour inicial do Guns N' Roses pelos EUA, fazendo com que Axl e cia vendessem parte do equipamento para voltar para casa.

A Escalada para a Fama

Em 1986, lançaram um EP independente, Live ?!*@ Like a Suicide. Uma das poucas cópias desse EP acabou na gravadora Geffen Records, que decidiu assinar um contrato com a banda.

Em 1987, com a Geffen na retaguarda da banda, o Guns começa a editar seu primeiro álbum. Nos primeiros meses de 1987, a banda passava por aquela árdua rotina (sexo, drogas, e muito hard rock em suas veias). Axl inclusive gravou sons pornográficos para colocar na música "Rocket Queen". Hoje conhece-se que os gemidos nessa música provém do ápice de uma gravação real de uma tarde se sexo entre Axl Rose e a namorada na época de Steven Adler. No dia 16 de Julho de 1987, Appetite for Destruction foi lançado. Foi aclamado pela crítica, mas o álbum e seu primeiro single, "Welcome to the Jungle", ficaram um bom tempo sem muita exposição, quase um ano, - até que David Geffen pediu a MTV para transmitir o videoclipe da música. Apesar de inicialmente passar apenas de madrugada, logo o vídeo se tornou um dos mais requisitados da emissora. O segundo single, "Sweet Child O' Mine", foi ainda mais bem-sucedido, e quando o terceiro, "Paradise City", foi lançado, o álbum já tinha alcançado o topo das paradas.

O Guns começou então a abrir shows para grandes bandas como o Iron Maiden, Rolling Stones e Aerosmith, mas à medida em que as vendas de Appetite cresciam, partiram para uma turnê mundial sendo eles os cabeças-de-cartaz de muitos concertos. Na turnê o comportamento dos membros atraía a mídia: Duff, Slash e Steven entravam no palco freqüentemente sob efeito de drogas ou álcool, e o guitarrista muitas vezes entrava no palco amparado e desmaiava ao final dos shows. Um show em Donnington, Inglaterra, no festival Monsters of Rock, teve um acontecimento trágico, quando dois fãs morreram acidentalmente pisoteados. Todos os acontecimentos nos seus concertos deram ao grupo o apelido de "A banda mais perigosa do planeta".

G N' R Lies

O lançamento seguinte foi G N' R Lies, em 1988, que incluía as quatro músicas de Live ?!*@ Like a Suicide e mais 4 canções acústicas. O álbum fez sucesso, chegando ao #2 da Billboard, vendendo até hôje 7 milhões de cópias nos EUA e outras 16 milhões mundialmente, e teve dois hits: "Patience" e "Used to Love Her". Porém uma das músicas, "One in a Million", que mencionava "niggers" (negros) e "faggots" (bichas), causou polêmica, e Axl Rose foi acusado de racismo e homofobia. Rose negou, dizendo que era fã de homossexuais como Freddie Mercury (Queen) e Elton John e, além disso, Slash era filho de uma negra. Há um pedido de desculpa pelos mal-entendidos que essa música pudesse causar no encarte do álbum.

O mau comportamento de alguns membros levou a gravadora a pedir imediatamente mudanças de comportamento. Os membros começaram a tratar-se dos seus vícios após Axl Rose ameaçar sair da banda ou demitir membros se estes continuassem à abusar do alcool e das drogas.

Use Your Illusion


Axl Rose durante show em Israel, 1993

Em 1990, a banda começou a gravação de seu próximo álbum. Durante a gravação de "Civil War", Steven Adler não conseguia tocar bateria de tão viciado que se encontrava com cocaína e heroína, com mais de 30 takes sendo necessários.[7] Em julho daquele ano, Adler foi demitido e substituído por Matt Sorum dos ingleses The Cult. O tecladista Dizzy Reed (que passava por dificuldades financeiras na época e foi colocado na banda por indicação de Axl Rose) também se uniu à banda e o empresário foi trocado.

Em janeiro de 1991, a banda tocou para o público que até então conseguiu reunir: 140 mil pessoas no dia 20 de janeiro e 120 mil no dia 23, no festival Rock in Rio 2 realizado no estádio Maracanã, Rio de Janeiro. Foram os concertos que marcaram as estréias de Matt Sorum e Dizzy Reed na banda, o Guns N' Roses já encabeçava uns dos maiores shows e festivais da epóca. Em maio do mesmo ano, teve início a turnê mundial dos álbuns Use Your Illusion (que seriam lançados meses depois), começando pela cidade americana de East Troy, Wisconsin, com a turnê durando 26 meses, com 192 shows em 32 países. A banda Skid Row abriu os shows.

Em 1991, depois de um grande período de gravação, finalmente em setembro, foram lançados os álbuns duplos Use Your Illusion I e Use Your Illusion II. As vendas no dia 17 de setembro foram de quase 1 milhão de cópias, e os dois álbums conseguiram a primeira e segunda posição na parada da Billboard. Acompanhados de muitos singles, alguns com videoclipes superproduzidos como "Don't Cry", "Estranged" e "November Rain". Estes três clipes formam uma trilogia, baseada no conto "Without You" de Del James, jornalista e amigo de Axl Rose.

Tudo deu certo para Slash, que passou um ano fora tocando com grandes nomes como Bob Dylan, Michael Jackson, Iggy Pop e Lenny Kravitz. Mas longe de se tornar uma estrela menor do cenário, ele preferiu a química do Guns. "Se não fosse Axl, eu poderia estar ainda procurando um cantor", ressaltou. "Sair do nada e chegar a tal ponto foi uma grande virada na minha cabeça. Agora que aconteceu, e nós conseguimos nos manter juntos, eu não acredito que teremos esse tipo de problema de novo".

Em 7 de novembro de 1991, Izzy Stradlin saiu da banda, alegando que não queria mais assistir aos seus amigos se auto-destruindo nas drogas. Axl e Slash elegeram o guitarrista Gilby Clarke (ex-Kill For Thrills) como seu substituto (no entanto Izzy Stradlin' acabaria por voltar em alguns espetáculos após Clarke sofrer um acidente de moto e quebrar o pulso).

A banda continuou causando tumultos, como num show em St. Louis, Minnesota, em que Axl abandonou o palco após brigar com um espectador com uma câmera, que tirava fotos ajustando o flash diretamente para seus olhos. Acabou por gerar centenas de feridos e um processo de milhões de dólares e alguns dias de cadeia para Axl Rose. Outro acontecimento em Montreal, em que a banda abandonou o palco após apenas 9 músicas por problemas de áudio, a atitude gerou revolta - carros quebrados e incêndios. Axl também arrumou atritos generalizados com a imprensa musical dos EUA e Inglaterra, chegando a citar na música "Get in the Ring" os nomes de vários jornalistas (e as revistas em que eles trabalhavam) com quem ele gostaria de acertar as contas.

A turnê Use Your Illusion World Tour passou no Brasil em Dezembro de 1992 com 2 shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro, e terminou em Julho de 1993 em Buenos Aires, Argentina. Foi o último show da banda com Slash, Duff, Sorum, Dizzy e Clarke.

The Spaghetti Incident?

Em 1993, a banda lançou The Spaghetti Incident?, um álbum de covers (principalmente de punk rock), com recepção "boa" do público e ruim da crítica para época. Uma canção escondida de autoria do conhecido serial killer Charles Manson, "Look at Your Game Girl" fora incluída a pedido de Axl, causando polêmica tanto pública quanto interna. The Spaghetti Incident? e o single "Since I Don't Have You" (cover da banda The Skyliners) foi sucesso em todo o mundo.

The Spaghetti Incident vendeu até hoje cerca de 1,4 milhões nos EUA, sendo considerado um desempenho fraco. [8]

O hiato

Em 1994, Axl é processado por agressão pela sua ex-esposa e pela sua ex-namorada Stephanie Seymour. Também em 1994, Axl Rose demite Gilby Clarke sem informar a Slash, quem o havia contratado. Paul Tobias entrou para o seu lugar, ficando claro o descontentamento de Slash sobre o novo guitarrista. A última música com o guitarrista foi um cover de "Sympathy For The Devil", dos Rolling Stones, para o filme Entrevista com o Vampiro. Em 1996,Nessa música Axl Rose não gostou do solo executado por Slash e pediu para que um amigo seu gravasse o solo da musica por cima do solo de Slash.Slash percebeu e por esse e mais motivos se demitiu e começou um projeto chamado Slash's Snakepit, com as músicas rejeitadas por Axl para o álbum que sucederia The Spaghetti Incident?.

Em 1996, Matt Sorum saiu e no ano seguinte, Duff McKagan saiu da banda, tornando Axl o único integrante original.

Tentativas de Retorno

Slash foi substituído pelo guitarrista de turnê do Nine Inch Nails Robin Finck, o ex-baixista do The Replacements, Tommy Stinson entrou no lugar de McKagan, e Josh Freese se tornou baterista. O multi-instrumentista Chris Pitman também se juntou, primariamente para tocar teclados. Essa formação começou a gravar um novo álbum de estúdio em 1998.

Em 1999, o Guns N' Roses lançou sua primeira música desde 94, "Oh My God" (que também teve a participação dos guitarristas Dave Navarro, ex-Red Hot Chilli Peppers e Jane's Addiction, e Gary Sunshine) especialmente para a trilha sonora do filme Fim dos Dias. A Geffen também lançou um álbum ao vivo, Live Era: '87-'93, e uma compilação de videoclipes, Welcome to the Videos, vendendo até hoje cerca de 2.3 milhões de cópias.

Em 2000, Robin Finck voltou ao Nine Inch Nails, sendo substituído pelo guitarrista avant-garde Buckethead, e o baterista da banda Primus Bryan "Brain" Mantia entrou no lugar de Josh Freese.

Em 2001, voltaram a fazer shows, três em Las Vegas, e enfim se apresentando no Rock in Rio 3, marcado como o de maior público na história da banda, com cerca de 250 mil pessoas, misturando sucessos com músicas novas. A promessa do novo álbum se dissolveu juntamente com a World Tour 2002, com a turnê cancelada e o álbum adiado.

Em 2002, Paul Tobias abandonou a banda. Foi substituído por Richard Fortus, ex-Love Spit Love. O grupo seguiu com shows em Agosto na Europa e Ásia, seguidos por uma aparição surpresa no MTV Video Music Awards. Em Novembro, começaram nova turnê americana, mas o primeiro show, em Vancouver, foi cancelado pelo fato de Axl não conseguir ir para o Canadá (o descontentamento do público foi grande). Dezesseis shows se seguiram, esgotando-se em mercados como Nova York e não vendendo bem em mercados menores. Então, um show em Filadélfia fora cancelado porque Axl supostamente tivera problemas repentinos de saúde. Os 15 mil fãs presentes se revoltaram e destruíram o local, e o resto da turnê foi cancelada.

Buckethead saiu em Março de 2004, forçando o cancelamento do show no Rock in Rio Lisboa. Nenhum guitarrista substituto fora anunciado. No mesmo mês, a Geffen lançou a coletânea Greatest Hits, já que o novo álbum de estúdio Chinese Democracy não saía há 11 anos. Rose demonstrou seu desprazer com o álbum, já que a lista de faixas fora feita sem seu consentimento, e tentou impedir seu lançamento. Falhou, e o álbum foi sucesso de vendas. Em 2006, o guitarrista Ron "Bumblefoot" Thal foi contratado, e a banda fez uma turnê com shows em Europa (inclusive no Rock in Rio Lisboa) e América do Norte, estendida para México, Ásia e Oceania em 2007. Foram convidados a tocar no Live Earth - mas no Brasil, sendo que a banda estava em turnê na Ásia, levando-os a recusar.[9] Dois shows em um festival na África do Sul foram cancelados após o baixista Tommy Stinson machucar o pulso.[10]

Chinese Democracy

No dia 23 de novembro de 2008, depois de 13 anos de espera, o Chinese Democracy é lançado em todo o planeta. O disco já conseguiu a marca de 5,1 milhões de cópias no mundo e adquiriu um disco de platina nos Estados Unidos. Mesmo com o lançamento, os fãs tem mais um desgosto com Axl Rose já que a banda simplesmente não fez nada para promover o disco: nada de clipes, entrevistas e muito menos shows. A única coisa significativa foi o lançamento do disco no Rock Band. A banda anunciou em Janeiro de 2009 o guitarrista DJ Ashba para substituir o guitarrista e compositor Robin Finck, que deixou o grupo para entrar em turnê com sua ex-banda, o Nine Inch Nails. Até agora não se sabe ao certo o motivo de sua saída.

Chinese Democracy World Tour 2009/2010

No dia 11 de dezembro de 2009 foi dado o início à Chinese Democracy World Tour (oficial, já que a "Chinese Democracy World Tour" começou em 2001, mas o album a ser promovido não havia sido lançado ainda), que promete ser a maior turnê da banda, pois de seus quatro primeiros shows, em Taipei, Seul, e Japão, o ultimo teve mais de três horas de duração. Para a surpresa de muitos fãs, o Guns N' Roses voltou a tocar covers que não entravam mais no repertório, como "Whole Lotta Rosie" do AC/DC e "Nice Boys" do Rose Tattoo. A turnê também marca o novo visual de Axl Rose, agora com cabelo liso e curto, e uma bandana, sempre de calça jeans e camiseta de cores variadas.

No show em Tokyo, o álbum Chinese Democracy quase foi tocado na íntegra, faltando apenas a faixa "Riad N' The Bedouins".

Em 2010, houveram uma série de shows pelo Canadá,13 ao todo, além disse, a banda fez dois shows acústicos nos Estados Unidos. Agora a banda se prepara para a sua turnê Sul-Americana,fazendo uma série de shows, onde cinco desses shows serão no Brasil - Brasília, dia 7; Belo Horizonte, dia 10; São Paulo, dia 13; Rio de Janeiro, dia 14(remarcado); e Porto Alegre, dia 16. Os shows no Brasil serão abertos por Sebastian Bach, ex Skid Row, Rock Rocket e Forgotten Boys.

[editar] Membros

Ex-integrantes

Guitarristas
Baixistas
Bateristas

Discografia

VHS

Prêmios e nomeações

Referências


Historia da Banda Slipknot

Slipknot

Slipknot
Slipknot at Mayhem 1.jpg
Slipknot na performance em 2008 no Mayhem Festival.
Informação geral
Origem Des Moines, Iowa
País Estados Unidos
Gêneros New metal[1]
Metal alternativo
Rap metal[2] (início)
Período em atividade 1995 – atualmente
Gravadoras Roadrunner Records
Nuclear Blast Records
Afiliações Stone Sour
Murderdolls
To My Surprise
DJ Starscream
Dirty Little Rabbits
Painface
Página oficial www.Slipknot1.com
Integrantes
0 - Sid Wilson
1 - Nathan "Joey" Jordison
2 - Paul Gray
3 - Chris Fehn
4 - James Root
5 - Craig "133" Jones
6 - Shawn "Clown" Crahan
7 - Mick Thomson
8 - Corey Taylor
Ex-integrantes
Anders Colsefini
Greg "Cuddles" Welts
Josh "Gnar" Brainard
Donnie Steele

Slipknot é uma banda de metal norte-americana formada em Des Moines, Iowa.[3] É constituída por nove membros, sendo eles actualmente Sid Wilson, Joey Jordison, Paul Gray, Chris Fehn, James Root, Craig Jones, Shawn Crahan, Mick Thomson e Corey Taylor. O alinhamento da banda mantém-se inalterado desde 1999. Cada membro usa uma máscara distinta.

Os Slipknot formaram-se em 1995 e sofreram várias mudanças de alinhamento após o lançamento do disco independente Mate. Feed. Kill. Repeat. em 1996. O seu álbum homónimo de estreia foi lançado em 1999, tendo sido sucedido por Iowa em 2001 e Vol. 3: (The Subliminal Verses) em 2004. A 25 de Agosto de 2008, a banda lançou o seu quarto álbum de estúdio, All Hope Is Gone, que se estreou em 1º lugar na tabela norte-americana Billboard 200. A banda lançou também três DVDs incluindo Disasterpieces em 2002, que foi certificado com quádrupla platina nos Estados Unidos.

História

Primeiros anos (1995-1998)

A formação de uma banda estava começando a se formar logo em 1992,quando o "núcleo" da banda tava formado, o percussionista Shawn Crahan, o vocalista Anders Colsefini e o baixista Paul Gray alistaram a ajuda de guitarristas como Quan Nong e Donnie Steele, foi criada a banda "Painface".

Em Setembro de 1995, a banda The Pale Ones foi criada com Shawn Crahan na bateria, Gray no baixo, Colsefini nos vocais e o guitarrista Steele. Joey Jordison se aderiu a banda pouco depois, tendo o papel de baterista e, posteriormente, transferido Crahan para a percussão. A banda continuou a desenvolver a sua visão mais do que seria na banda, tomaram a decisão de acrescentar um segundo guitarrista, entra em ação Josh Brainard e Colsefini mudando para a percussão junto com vocais. A banda tocou sua primeira performance ao vivo sob o nome de fundido, em 4 de dezembro de 1995 em um clube chamado called Crowbar em Des Moines. Logo depois, Jordison sugeriu a banda a mudar o nome para "Slipknot" depois da sua canção que finalmente apareceu na faixa da demo Mate. Feed. Kill. Repeat.. A banda também começou a experimentar sua imagem, vestindo roupas grotescas, eventualmente, a anti-imagem foi conceito desenvolvido para os membros usando máscaras. Até este ponto, a banda tinha permanecido essencialmente obscurecido devido à sua vontade de esperar até que a sua música foi totalmente desenvolvida.

Com muitos materiais ja prontos, a banda começou a gravar em um estúdio local, SR Áudio com Sean McMahon. Em Fevereiro de 1996, guitarrista Donnie Steele deixou a banda devido a suas crenças cristãs, embora os outros membros banda estavam dispostos a permitir que ele ficasse, Steele decidiu deixar. Seu substituto, Craig Jones, chegou durante a mistura das fases deste novo projecto. Em 4 de abril, Slipknot tocou sua primeira execução pública no Des Moines reggae clube the Safari, onde tocou a maior parte dos seus primeiros shows. A banda começou a perceber mais uma vez que houve necessidade de uma mudança, uma vez que foram acrescentando amostras de suas gravações, mas que não poderia produzir esses sons ao vivo. Posteriormente, Craig Jones mudou-se para tocar sampler e Mick Thomson foi trazido para ocupar o espaço na guitarra. Após o conflito sobre a mixagem e masterização, a banda liberou seu primeiro álbum [[Mate. Feed. Kill. Repeat..]] no Dia das Bruxas, 31 de Outubro de 1996. Com a produção deste álbum, Sean McMahon começou a distribuir registro e gestão das empresas, o que resultou em airplay na rádio local e, por sua vez, ganhou um lugar no Dotfest. Slipknot havia retornado para o estúdio para desenvolver novos materiais, o que exigiu um vocalista com voz melódica e violenta. Como resultado, Corey Taylor foi contratado a partir de colegas da banda Stone Sour; sendo que Colsefini mudou-se para o vocal de apoio e percussão. Com o seu novo vocalista, a banda continuou a fazer shows no Safari, durante um dos quais momentos, Colsefini no show surpreendeu a banda e os fãs tanto no palco anunciando que ele estava saindo da banda. A diferença na percussão foi preenchido por Greg Welts, que era carinhosamente conhecido como "Cuddles". No final de 1997, a banda foi atribuído números individuais para cada membro, respectivamente, e começou a usar uniforme macacão. No início de 1998, a banda criou um pequeno demo, que incluía "Spit It Out". O Slipknot Demo foi enviado para muitas gravadoras e, juntamente com uma crescente popularidade na Internet, o interesse cresceu a partir de gravadoras e eventualmente produtor Ross Robinson foi contatado. A banda, que tinha um forte interesse em trabalhar com Robinson, reuniu-se com ele e ele foi então decidido que iriam trabalhar em conjunto. Logo após, o DJ Sid Wilson foi levado para a banda impressionando seu talento como DJ surpreendendo a banda. Com a aquisição de Ross Robinson, os juros a banda cresceu e começou a chegar ofertas de gravadoras. Em 6 de julho de 1998 Welts foi convidado a deixar a banda se tornar o primeiro (e único) membro da banda a ser despedido, em última análise, a partir da banda. Chris Fehn substituiu Welts e em 8 de julho eles assinaram com a Roadrunner Records.

Álbum debut e o sucesso comercial (1998 - 2001)

No final de 1998, Slipknot voltou ao estúdio de gravação para trabalhar em seu álbum de estréia. No início de 1999, o guitarrista Brainard decidiu deixar a banda devido a motivos pessoais. Sua substituição foi James Root deixando a banda com o line-up que mantêm. Gravação concluída no Início de 1999, com "Me Inside" e "Purity", a banda participou do Ozzfest, que começou em março. Em 29 de junho de 1999, a banda liberou seu álbum Slipknot. A respeito do álbum, Rick Anderson do Allmusic escreveu "Você pensou Limp Bizkit foi pesado? O Osmonds. Slipknot é outra coisa completamente." A banda realizou o Livin La Vida Loco a turnê de apoio ao álbum Slipknot.O álbum Slipknot inclui variações de canções lançadas anteriormente, incluindo "(sic)", uma versão da canção anterior "Slipknot". Essas versões foram mais rápidos do que as suas gravações anteriores e esta mudança na intensidade foi saudada por antigos fãs. No mesmo ano, Slipknot liberou seu primeiro vídeo doméstico Welcome to Our Neighborhood (que mais tarde foi lançado em DVD em 2003). No início de 2000, Slipknot foi certificado a platina. Em Julho de 2001, o álbum Slipknot foi nomeado como um dos "50 Álbuns mais pesados de todos os tempos".

Iowa e projectos paralelos (2001 - 2003)

Após o sucesso de sua estréia, Slipknot decidiu entrar no estúdio novamente para um segundo álbum. Até então, a banda tinha criado uma grande fã clube de base, e as expectativas para o seu acompanhamento do álbum foi ótimo. Eles voltaram para o estúdio no início de 2001 para trabalhar em um novo álbum. Iowa, o segundo álbum da banda com a Roadrunner Records, foi lançado em 28 de agosto de 2001. Jason Birchmeier do Allmusic disse: "É realmente tudo que você poderia pedir um Slipknot no álbum e, em seguida, alguns", e David Fricke da Rolling Stone chamou o álbum de "o primeiro grande registro da era new metal." Também foi um sucesso comercial, atingindo um máximo de número três na Billboard, e em número um no Reino Unido como álbum gráfico. Em meados de 2001, a banda mais uma vez com a turnê Ozzfest, e realizaram o Kill The Industry na qual era a turnê em apoio do álbum Iowa. A banda também apareceu em cena no concerto de 2002 do filme Rollerball. No mesmo ano, enquanto passearam pela Europa sobre sua turnê Iowa Tour Europeu, a BBC afirmou que Slipknot roubou o espectáculo e provou entertimento após a banda ter realizado show no Reading Festival, na Inglaterra. Depois de excursionar Europa, a banda realizados em locais no Japão para o Japan Iowa Tour. No mesmo ano, Slipknot liberou seu segundo visual de produção com o lançamento do seu DVD Disasterpieces. 2002 também viu a primeira séria de projetos musicais dos membros do Slipknot de fora da banda. O vocalista Corey Taylor e o guitarrista James Root retornaram a banda Stone Sour com o lançamento do seu álbum debut Stone Sour. O baterista Joey Jordison também tinha o seu próprio projecto, em que ele assumiu o papel de guitarrista no Murderdolls. Logo depois, Slipknot deu um tempo para trabalhar em um terceiro álbum no final de 2002, mas a banda estava com problemas. Neste momento, houve rumores sobre se a banda ter acabado e sem possibilidade de um terceiro álbum. Em meados de 2003, Shawn Crahan tinha um novo projeto, para a surpresa de muitos, na qual ele trabalhou com o nomeado produtor Rick Rubin.

Vol. 3: (The Subliminal Verses), 9.0 Live, e projectos paralelos (2003 - 2007)

Foi o renascimento do Slipknot, você sabe o que eu quero dizer que era assim … voltando-nos juntos, empurrando com o que tinha chegado lá e no meio começou puxar as pessoas. Mas descobri que você sabe, nós temos para obter espaço sabem, temos de deixar as pessoas se às vezes.

— Depoimento de Paul Gray sobre o terceiro álbum[4]

No final de 2003, Slipknot começou a escrever e gravar com o tão produtor nomeado Rick Rubin, que anteriormente trabalhou com artistas como Johnny Cash, System of a Down, Slayer e atualmente trabalhando com os Linkin Park. A Roadrunner Records também anunciou que deixaria de distribuir álbuns na escandinávia, devido às condições financeiras. No entanto Slipknot conseguiram lidar com a gravadora Nuclear Blast Records no início de 2003 para os lançamentos na escandinávia. A banda liberou seu terceiro álbum, Vol. 3: The Subliminal Verses, em 24 de maio de 2004, que culminaram em segundo lugar na Billboard 200. Johnny Loftus do Allmusic chamou o álbum de "um satisfazer, cuidadosamente concebidos de representação da banda e da carreira, até à data", enquanto Robert Cherry da Rolling Stone disse que o álbum é "novas experiências, mesmo com condições extremas, o que, em caso do Slipknot em meios de tradição canção de suas musicas estruturadas." O título do álbum indica que este é o seu terceiro álbum, os membros posteriores mencionaram que eles não consideram Mate. Feed. Kill. Repeat.. como um álbum que reflecte a banda. Em 2004, a banda excursionou no Ozzfest pela terceira vez, do mesmo ano, eles fizeram sua primeira aparição no Download Festival. Em 2005, o Slipknot fez vários shows sem a presença de Shawn Crahan, que estava apoiando a sua esposa durante uma doença, incluindo o seu regresso ao Download Festival.

O Slipknot em 2005 ao vivo em Buenos Aires.

Pouco tempo depois, Slipknot lançou seu segundo álbum ao vivo, o 9.0: Live que incluía gravações de shows em Phoenix, Las Vegas, Osaka, Cingapura e Tóquio. O álbum foi lançado em 1 de novembro de 2005 e foi indicado na Billboard 200 no lugar de número 17. Em 2006, a banda ganhou seu primeiro Grammy como Melhor Performance de Metal com a canção "Before I Forget." Mais tarde naquele ano, o Slipknot liberou também o seu terceiro DVD Voliminal: Inside the Nine. Vários membros da banda colaboraram com outros artistas sobre a Roadrunner United: The All-Star Sessions (CD lançado em outubro de 2005). Pelo registro, Joey Jordison foi nomeado como o "capitão da equipe" Root, Taylor, e Gray também contribuiram na produção do álbum. Em 2006, Root e Taylor, mais uma vez, retornaram ao Stone Sour produzindo seu segundo álbum Come What (ever) May. Joey Jordison tocou bateria para várias bandas ao mesmo tempo em turnê, incluindo; Ministry e Korn. No final do ano, Shawn Crahan revelou um novo projeto paralelo, a banda Dirty Little Rabbits, onde Shawn toca bateria.

All Hope Is Gone e turnê (2008 - Presente)

Depois de um tempo, o Slipknot lançou o tão aguardado álbum, o All Hope Is Gone que foi liberado em todo o mundo em 20 de agosto de 2008. É o primeiro álbum do Slipknot a ficar no lugar de número 1 na Billboard 200. A preparação para o álbum começou em Outubro de 2007, com gravação adiada para Fevereiro de 2008. Para este lançamento a banda se manifestou por ter interesse para tornar o quarto álbum o mais pesado de todos, até à data com uma expansão do thrash metal introduzido no vol. 3: (The Subliminal Verses). No entanto, eles também queriam deixar os seus mais experimentos na gravação, e pretendiam incluir mais violões e vocais melódicos, a introdução de pratos na percussão foi adicionada. O álbum foi o primeiro trabalho da banda com o Dave Fortman como produtor. Juntamente com o álbum, a banda estreou e "evoluiu" as máscaras e uniformes, o que corresponde ao estilo do álbum. Slipknot fez sua performance pela primeira vez no Mayhem Festival em Julho e Agosto de 2008. A banda estava agendada para tocar no Reading e Leeds Festival em Agosto de 2008, mas foram obrigados a cancelar após o baterista Joey Jordison quebrar seu tornozelo.

O Slipknot em 2008 ao vivo no Mayhem Festival.

O Slipknot também fez shows na Austrália, Japão, Europa e Reino Unido nos últimos meses de 2008, com as bandas Machine Head e Children of bodom na abertura de seu shows. As datas de show no Reino Unido foram anunciadas em 20 de Agosto, e no início de Dezembro a turnê do All Hope Is Gone. Foram forçados a cancelar seu show em Israel, devido aos 2 dos membros estar com problemas familiares, Corey afirmou que o show seria remarcado para o passeio. James também declarou em uma entrevista que "foram apenas vai avaliar o nosso passeio off e depois vamos para descobrir como se esgueirar-se para fora algumas das músicas que nós criamos, que não torná-lo para o registro." tornando-se uma possibilidade de que o All Hope Is Gone seria relançado, semelhante ao seu álbum Slipknot.

O Download Festival 2009, que começou a partir dos dias 12, 13 e 14 de Junho no Donington Park, em Leicestershire e Inglaterra, o Slipknot foi anunciado como manchete do palco principal no sábado. O Slipknot que recentemente o turnê All Hope Is Gone World Tour seria terminada no final deste ano, que entrou em relação a um ano inteiro, passando por numerosos países. Embora a visita ainda não estar concluída, ainda estão anunciando muitas mais datas para espectáculos sendo eles CEZ Arena-Ostrava, República Checa, Rockwave Festival - Atenas, Grécia, Eurockeennes Festival - Belfort, França e muitos mais shows.

Durante uma entrevista antes da estréia da banda em Sonisphere na Holanda, o percussionista Chris Fehn declarou que estão focados em ja fazer um quinto álbum provavel de ser liberado em 2010.

Influências e estilo

Sid Wilson e Shawn Crahan no concerto em Wisconsin em 2005.

A banda tem afirmado que suas principais influências incluem Led Zeppelin, Black Sabbath, Slayer, Judas Priest, Korn, AC/DC, Kiss e Beastie Boys. Death metal, black metal e heavy metal têm sido mencionados como uma das principais influências da banda sobre a direção musical juntamente com new metal, como é a categoria da banda geralmente apresenta esse gênero. Eles também afirmaram que são influenciados por bandas como industriais Head of David, Godflesh e Skinny Puppy, bem como Neurosis e jungle music como Roni Size.

Eles podem ser comparados com grupos como Pantera, Machine Head, Biohazard, Life of Agony, e Prong, também são conhecidos por serem caóticos e energéticos nos shows ao vivo. Robert Cherry da Rolling Stone chamou o som sonoro do Slipknot de "uma máquina debulha devorando um corpo militar.". Em trabalho mais recente, o estilo de "vocal escandaloso" continua presente, mas agora inclui mais melódias. As letras geralmente seguem uma tom muito agressivo e apresentam temas como a escuridão, niilismo, raiva, desinteresse, amor, misantropia, nocauteo e psicose. Rick Anderson do Allmusic respeita as letras do grupo, como "geralmente não cotável sobre um site de família". Houve controvérsia em torno das letras do Slipknot, incluindo um caso em que um par de jovens assassinos culpou a letra da canção "Disasterpiece" como um crime vicioso e um caso em 2006, em que letra da canção "Surfacing" foram encontrados no local de uma sepultura.

Integrantes

Ex-integrantes

  • Donnie Steele - guitarra (1995–1996)
  • Anders Colsefini - vocal e percussão (1995–1997)
  • Greg "Cuddles" Welts - percussão (1997)
  • Josh "Gnar" Brainard - guitarra e vocal de apoio (1995–1999)

Discografia

Prémios

Certificações da RIAA

Estas estatísticas foram compiladas a partir da base de dados online de certificações da RIAA.[5]

Álbuns

Vídeos e DVDs

Grammy Awards

Além de sete nomeações para o Grammy Awards o Slipknot ganhou um.