Fãs de heavy metal se orgulham da sua imagem de “renegados”. Mas para a indústria da música, os seguidores da banda britânica Iron Maiden se tornaram cidadãos-modelo.
Enquanto as vendas de música despencam e as gravadoras enfrentam o futuro com ansiedade, os fãs do Maiden ainda correm para as lojas de discos. Como o mascote zumbi da banda, Eddie the Head, o Iron Maiden se recusa a morrer, e sua vitalidade contínua pode oferecer à perturbada indústria musical algumas dicas de como sobreviver.
O 15º álbum do Iron Maiden, “The Final Frontier”, entrou direto no topo da lista de álbuns da revista Billboard européia quando foi lançado no final de agosto, e segurou a posição na segunda semana. O álbum também estreou em primeiro lugar em outros países, desde Arábia Saudita até o Japão, dando uma necessária ajuda para a EMI Music, que detém os direitos internacionais. Nos Estados Unidos, onde foi lançado pela Universal Music Enterprises, “The Final Frontier” estreou na 4ª posição.
Até o final da última semana, mais de 800 mil cópias de “The Final Frontier” tinham sido enviadas para lojas do mundo todo, diz Rod Smallwood, empresário de longa data da banda. Isso ainda é bem longe das mais de 12 milhões de cópias vendidas do primeiro álbum de Lady Gaga, “The Fame”. Mas o Iron Maiden tem uma longevidade que muitos artistas pop podem apenas invejar. Em mais de 30 anos de carreira, a banda vendeu aproximadamente 85 milhões de cópias.
“Muitas bandas poderiam aprender com o Maiden.O Maiden se preocupa essencialmente com a relação com os fãs, e nada atrapalha isso. Eles não querem ser rock stars. Eles simplesmente gostam de tocar para os fãs.” diz Smallwood.
Os seis membros do Iron Maiden, todos na casa dos 50 anos de idade, não são os únicos veteranos do metal que ainda tocam ao vivo e gravam álbuns. Bandas como Metallica também seguem firme, e bandas de hard rock como AC/DC e Guns N’ Roses também encontraram um sucesso renovado.
“Com sua imagem tribal e parâmetros extremos, o metal oferece um ‘lar’ para aqueles que o acompanham de uma forma que nem o pop, nem o hip-hop e nenhum outro gênero oferece”, diz Joel McIver, escritor londrino que é autor de “Justice for All: The Truth About Metallica” e outros livros sobre heavy metal.
Uma relação próxima dos fãs, reforçada por uma agenda implacável de shows, tem sido uma necessidade para a banda desde o início, quando a principal ferramenta de marketing da indústria musical, a vinculação nas rádios, passava longe do Iron Maiden. As músicas eram muito longas e muito barulhentas para se encaixar nas fórmulas convencionais das rádios, e alguns grupos de pais cristãos protestavam contra as mensagens Satânicas inseridas nas músicas – uma acusação que a banda sempre negou.
A falta de exposição em rádios pode ter criado desafios, mas preparou o Iron Maiden para a era digital, quando o modelo tradicional da indústria faliu. Agora, um single que toque bastante nas rádios provavelmente mandará mais ouvintes para a internet para baixar o álbum de forma gratuita do que para as lojas.
Pelo fato das músicas do Iron Maiden não se encaixarem no molde de um single de rádio – três delas, no último lançamento, têm mais de 9 minutos – a banda não sofre tanto com esse problema.
Enquanto “The Final Frontier” atingiu o topo das listas no mês passado, os serviços digitais mostraram pequenos níveis de download ilegal do álbum, segundo David Kassler, chefe de operações da EMI na Europa.
“Você imagina que algumas pessoas vão piratear, mas não estão fazendo isso”, diz Kassler. “Elas querem o álbum físico. Elas adoram a capa, as letras. É algo que elas querem mostrar para seus amigos e família”.
As vendas digitais de “The Final Frontier” estão baixas, provavelmente correspondendo a apenas 10% ou 15% de todas as vendas nos Estados Unidos, segundo Smallwood. De forma geral, as vendas digitais correspondem a quase metade do mercado musical americano.
Mas o Iron Maiden não sofre de anacronismo da era analógica, insiste Smallwood. A falta de vinculação nas rádios e a dependência do boca-a-boca preparou bem a banda para as nuances do marketing digital, ele diz.
“Quando a internet chegou, provavelmente fomos um dos primeiros a entender o potencial”, ele diz.
Antes do lançamento do álbum, o Iron Maiden renovou o website, criou um perfil no Facebook e ofereceu um single digital de graça, “El Dorado”, para que os fãs fizessem o download. Lançaram até um jogo grátis.
Para encorajar as vendas de álbuns, camisetas e outras mercadorias ligadas ao “The Final Frontier”, a EMI montou seções especiais para o Iron Maiden em lojas européias como a HMV, Media Markt e FNAC.
As vendas desse tipo de merchandise podem chegar a corresponder a mais de 20% dos ganhos de uma gravadora com a banda, segundo Kassler, apesar de ele não ter fornecido nenhum dado específico para o Iron Maiden.
Apesar desses esforços, é improvável que o Maiden retome o sucesso de vendas dos anos 80, quando um álbum como “The Number of the Beast” vendou 14 milhões de cópias. Pelo fato de os fãs serem muito fiéis, eles tendem a comprar o álbum rapidamente, mas as vendas caem após algumas semanas.
Ainda assim, Joel McIver, o escritor, diz que há muitas lições para a indústria musical no sucesso contínuo do Iron Maiden: “Invista no longo prazo. Crie uma imagem. Dê aos fãs o que eles querem. Faça shows e mais shows. Toque em festivais. Aproveite a nova tecnologia. Seja inovador. Seja honesto. Seja original. Faça boas músicas.”
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Divulgada capa do novo DVD do Slipknot

Faz todo o sentido que a banda, conhecida por sua coleção de DVDs, variando de câmeras, vários ângulos e documentários sobre o trabalho por trás dos shows e dos clipes, lançaria "(sic)nesses", que conta com uma apresentação especial do Slipknot no Download Festival.
Todos os shows do Slipknot são memoráveis, mas este é mais memorável ainda. Foi o dia em que a banda tocou todos os seus hits de todos os seus álbuns de platina. No palco é o Slipknot em toda a sua essência e você se sentirá na primeira fila.
30 câmeras capturando todos os ângulos possíveis da banda, que viajou por todo o mundo desfilando seus hits, mostrando também seus fãs como um elemento crucial de qualquer show do Slipknot, tão importantes quanto qualquer membro da banda.
Talvez o mais importante destaque de (sic)nesses é que foi uma das últimas apresentações do fundador da banda Paul Gray, baixista que faleceu tragicamente em maio de 2010. Embora inicialmente sem a intenção de ser um DVD de tributo, o show é um testemunho da herança de Paul Gray, onde os fãs podem desfrutar de sua forte expressão como baixista, fazendo aquilo o que mais amava.
Além disso, o DVD inclui um documentário de 45 minutos com os bastidores do show, dirigido pelo percussionista Shawn Crahan, além de todos os quatro vídeo clipes produzidos para o All Hope Is Gone, último álbum do Slipknot.
(sic)nesses, que será oficialmente lançado no dia 28 de Setembro conta com as seguintes músicas ao vivo:
01. 742617000027
02. (sic)
03. Eyeless
04. Wait and Bleed
05. Get This
06. Before I Forget
07. Sulfur
08. The Blister Exists
09. Dead Memories
10. Left Behind
11. Disasterpiece
12. Vermilion
13. Everything Ends
14. Psychosocial
15. Duality
16. People=Shit
17. Surfacing
18. Spit it Out
Corey Taylor se diz confuso quanto a volta do Slipknot
Corey Taylor se diz confuso e não quer fazer quaisquer declarações sobre o futuro do Slipknot após o recente falecimento do baixista Paul Gray. O vocalista diz estar concentrando-se, no momento, na divulgação do novo disco de sua outra banda, o Stone Sour.
"É uma espécie de zona cinzenta agora. Todo mundo ainda está sentindo isso, é muito cedo pra tomar qualquer decisão", declara Corey ao site FMQB Productions.
"É muito conflitante sobre se deve ou não fazer algo mais com o Slipknot, porque pra mim, o Paul era parte fundamental da banda. Ele foi um dos principais responsáveis por fazer a banda chegar onde chegou. Paul era o orquestrador por trás de algumas das melhores músicas que nós lançamos. Ele era a alma da banda", completa Corey.
"Não quero fazer quaisquer declarações que me faça parecer um idiota no futuro, mas pra mim, agora, a volta do Slipknot simplesmente não faz sentido", diz o vocalista. "Até algo aconteça, esse é o modo como vejo as coisas. É por isso que sempre venho dizendo que é muito cedo pra dizer... mas nunca se sabe".
Vale lembrar que a programação do Slipknot seria, independente da morte de seu baixista, dar uma pausa nas atividades até 2012, enquanto seus integrantes se envolvem em projetos paralelos. Qualquer decisão quanto ao futuro da banda só será definido, exatamente, na proximidade desta data.
"É uma espécie de zona cinzenta agora. Todo mundo ainda está sentindo isso, é muito cedo pra tomar qualquer decisão", declara Corey ao site FMQB Productions.
"É muito conflitante sobre se deve ou não fazer algo mais com o Slipknot, porque pra mim, o Paul era parte fundamental da banda. Ele foi um dos principais responsáveis por fazer a banda chegar onde chegou. Paul era o orquestrador por trás de algumas das melhores músicas que nós lançamos. Ele era a alma da banda", completa Corey.
"Não quero fazer quaisquer declarações que me faça parecer um idiota no futuro, mas pra mim, agora, a volta do Slipknot simplesmente não faz sentido", diz o vocalista. "Até algo aconteça, esse é o modo como vejo as coisas. É por isso que sempre venho dizendo que é muito cedo pra dizer... mas nunca se sabe".
Vale lembrar que a programação do Slipknot seria, independente da morte de seu baixista, dar uma pausa nas atividades até 2012, enquanto seus integrantes se envolvem em projetos paralelos. Qualquer decisão quanto ao futuro da banda só será definido, exatamente, na proximidade desta data.
sábado, 4 de setembro de 2010
Joey Jordison: baterista diz que o Slipknot retornará
O baterista do Slipknot, Joey Jordison, falou com Kile Munson, do DesMoinesRegister.com, que ainda está de luto pelo passamento do baixista Paul Gray, encontrado morto em 24 de maio em um quarto de hotel em Urbandale, Iowa. "Ele era meu melhor amigo, e ainda é", disse Jordison. "Ele era minha alma gêmea musical"
Jordison ainda revelou que houve ocasiões em que ele poderia ter sido a vítima dos excessos de rock-star e abuso de substâncias no lugar de seu colega de banda. "Eu mexi com essas coisas por três anos", disse. "Eu pensava que tudo eram apenas jogos divertidos, mas não é... Após terminar minha turnê com o Korn (2007), eu realmente fui atrás disso.... Isso realmente me pegou. E é isso - eu simplesmente parei".
"A vida é definitivamente mais preciosa agora", completa. "A música agora, realmente, quando eu toco é como se estivesse tocando para todas pessoas que perdi. Penso nelas o tempo todo".
Sobre a possibilidade da banda continuar, Jordison diz: "Haverá outro disco do Slipknot, com certeza. Mas não haverá substituições. Todo mundo na banda toca baixo e consegue tocar guitarra. Faremos desse jeito. Mas quero que todos saibam - e que todos os fãs do Slipknot e o estado de Iowa saibam - que, independentemente do que eu estaja fazendo agora com [ROB] ZOMBIE e MURDERDOLLS, o Slipknot voltará".
"Mas ainda estamos lidando com a morte de Paul, que Deus proteja sua alma... Paul não iria querer que nunca mais fizéssemos outro disco do SLIPKNOT".
Jordison ainda revelou que houve ocasiões em que ele poderia ter sido a vítima dos excessos de rock-star e abuso de substâncias no lugar de seu colega de banda. "Eu mexi com essas coisas por três anos", disse. "Eu pensava que tudo eram apenas jogos divertidos, mas não é... Após terminar minha turnê com o Korn (2007), eu realmente fui atrás disso.... Isso realmente me pegou. E é isso - eu simplesmente parei".
"A vida é definitivamente mais preciosa agora", completa. "A música agora, realmente, quando eu toco é como se estivesse tocando para todas pessoas que perdi. Penso nelas o tempo todo".
Sobre a possibilidade da banda continuar, Jordison diz: "Haverá outro disco do Slipknot, com certeza. Mas não haverá substituições. Todo mundo na banda toca baixo e consegue tocar guitarra. Faremos desse jeito. Mas quero que todos saibam - e que todos os fãs do Slipknot e o estado de Iowa saibam - que, independentemente do que eu estaja fazendo agora com [ROB] ZOMBIE e MURDERDOLLS, o Slipknot voltará".
"Mas ainda estamos lidando com a morte de Paul, que Deus proteja sua alma... Paul não iria querer que nunca mais fizéssemos outro disco do SLIPKNOT".
Slipknot: Corey Taylor já pagou fã para deixar plateia
Parece que o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, se incomoda bastante com os fãs da banda quando está se apresentando com seu outro grupo, o STONE SOUR. Segundo o cantor, existem fãs chatos que ficam pedindo músicas do Slipknot em pleno show do STONE SOUR.
Taylor revelou, em entrevista à Metal Hammer, que já chegou a pagar um fã para que deixasse a plateia. A informação é do Terra. "Lembro de tirar dinheiro do bolso e dar para um cara ir embora escoltado pelo segurança", disse o vocalista. "Se você quer ouvir essas músicas, você está no show errado", completou. Taylor deixou bem claro que separa totalmente os trabalhos das duas bandas: "É difícil fazer show para uma plateia onde três quartos estão pedindo canções do Slipknot".
O STONE SOUR foi formado em 1992 e Corey Taylor deixou o grupo para se juntar ao Slipknot em 1995, juntamente com o guitarrista Jim Root. Porém, em 2002, Taylor voltou a se apresentar com o STONE SOUR paralelamente.
Taylor revelou, em entrevista à Metal Hammer, que já chegou a pagar um fã para que deixasse a plateia. A informação é do Terra. "Lembro de tirar dinheiro do bolso e dar para um cara ir embora escoltado pelo segurança", disse o vocalista. "Se você quer ouvir essas músicas, você está no show errado", completou. Taylor deixou bem claro que separa totalmente os trabalhos das duas bandas: "É difícil fazer show para uma plateia onde três quartos estão pedindo canções do Slipknot".
O STONE SOUR foi formado em 1992 e Corey Taylor deixou o grupo para se juntar ao Slipknot em 1995, juntamente com o guitarrista Jim Root. Porém, em 2002, Taylor voltou a se apresentar com o STONE SOUR paralelamente.
Guitarrista do Aerosmith sofre acidente de motocicleta
O guitarrista e um dos líderes da banda Aerosmith, Joey Perry, sofreu um leve acidente de motocicleta nas cercanias de Boston, nos Estados Unidos.
O músico americano foi rapidamente levado ao Morton Hospital, mas pouco tempo depois foi liberado pela equipe médica sem contusões graves e nenhuma fratura. Perry estava dirigindo sua Ducati na estrada 44 quando uma mulher de 62 anos dirigindo uma caminhonete o atingiu na parte de trás de sua moto.
Liz Rosenberg, assessora da banda, disse que Perry está bem e descansando em casa e que todos estão despreocupados.
A banda embarcará em uma mini-turnê americana a partir da próxima semana e no dia 14 de agosto realizará um show em Boston, cidade-natal do Aerosmith, no Fenway Park. Nos últimos 12 meses, enquanto a banda divulgava a turnê mundial de "Cocked, Locked, Ready to Rock", vários incidentes aconteceram com todos os integrantes.
O guitarrista Brad Withford teve uma contusão na cabeça, o baixista Tom Hamilton precisou fazer uma cirurgia, e o vocalista Steven Tyler teve um estiramento na perna e meses depois caiu do palco em South Dakota e teve que fazer uma cirurgia em seu ombro.
A banda, que esteve recentemente no Brasil, em maio, para apresentação única em São Paulo, já vendeu mais de 150 milhões de cópias em sua carreira.
O músico americano foi rapidamente levado ao Morton Hospital, mas pouco tempo depois foi liberado pela equipe médica sem contusões graves e nenhuma fratura. Perry estava dirigindo sua Ducati na estrada 44 quando uma mulher de 62 anos dirigindo uma caminhonete o atingiu na parte de trás de sua moto.
Liz Rosenberg, assessora da banda, disse que Perry está bem e descansando em casa e que todos estão despreocupados.
A banda embarcará em uma mini-turnê americana a partir da próxima semana e no dia 14 de agosto realizará um show em Boston, cidade-natal do Aerosmith, no Fenway Park. Nos últimos 12 meses, enquanto a banda divulgava a turnê mundial de "Cocked, Locked, Ready to Rock", vários incidentes aconteceram com todos os integrantes.
O guitarrista Brad Withford teve uma contusão na cabeça, o baixista Tom Hamilton precisou fazer uma cirurgia, e o vocalista Steven Tyler teve um estiramento na perna e meses depois caiu do palco em South Dakota e teve que fazer uma cirurgia em seu ombro.
A banda, que esteve recentemente no Brasil, em maio, para apresentação única em São Paulo, já vendeu mais de 150 milhões de cópias em sua carreira.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Fã sofre ataque cardíaco e morre após show do Slipknot
Corey Nickels, norte-americano de 29 anos, morreu após sofrer um ataque cardíaco durante a saída de um show da banda de heavy metal Slipknot neste domingo (25), na cidade de Council Bluffs, nos EUA, informa o jornal “Daily Nonpareil”.
Nickels não estava se sentindo bem logo após o show, diz Rick Benson, diretor do serviço de emergência. Ao ser atendido, sofreu o ataque cardíaco, e após receber os primeiros socorros, foi levado de ambulância a um hospital, onde foi declarado morto.
Segundo o jornal, amigos disseram que Nickels teria um histórico familiar de problemas cardíacos. Uma autópsia para determinar a causa da morte seria realizada na segunda-feira (26).
Não é a primeira vez que um show do Slipknot tem incidentes na cidade. Em 2005, a polícia prendeu dois fãs da banda após uma confusão durante a entrada do público para um show da banda no mesmo local onde Nickels sofreu o ataque cardíaco.
Nickels não estava se sentindo bem logo após o show, diz Rick Benson, diretor do serviço de emergência. Ao ser atendido, sofreu o ataque cardíaco, e após receber os primeiros socorros, foi levado de ambulância a um hospital, onde foi declarado morto.
Segundo o jornal, amigos disseram que Nickels teria um histórico familiar de problemas cardíacos. Uma autópsia para determinar a causa da morte seria realizada na segunda-feira (26).
Não é a primeira vez que um show do Slipknot tem incidentes na cidade. Em 2005, a polícia prendeu dois fãs da banda após uma confusão durante a entrada do público para um show da banda no mesmo local onde Nickels sofreu o ataque cardíaco.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Para ingleses, baterista do Slipknot é o melhor dos últimos 25 anos
O baterista da banda de heavy metal Slipknot foi considerado o melhor instrumentista do gênero no mundo por 100 mil leitores da revista especializada "Rhythm", editada na Inglaterra.
Segundo informações veiculadas pela BBC nesta segunda-feira (30), Joey Jordison foi considerado o melhor baterista dos últimos 25 anos pelos compradores da publicação.
Aos 35 anos, o músico se declarou "sem palavras" com a posição de destaque no ranking. "Isso está além do inacreditável. É este tipo de coisa que me deixa inspirado para seguir tocando", disse.
Para o editor da "Rhythm" Chris Barnes a "técnica impressionante e sua capacidade de imprimir seu estilo único a cada projeto que integra" influenciaram no resultado.
Bem à frente de Dave Grohl
Jordison superou Mike Portnoy, da banda Dream Theater e Gavin Harrison, da Porcupine Tree.
Em quarto lugar na lista surgiu Niel Peart, do Rush. Em seguida, na quinta posição, figurou o ex-Nirvana e atual Foo Fighters e Them Crooked Vultures Dave Grohl.
Segundo informações veiculadas pela BBC nesta segunda-feira (30), Joey Jordison foi considerado o melhor baterista dos últimos 25 anos pelos compradores da publicação.
Aos 35 anos, o músico se declarou "sem palavras" com a posição de destaque no ranking. "Isso está além do inacreditável. É este tipo de coisa que me deixa inspirado para seguir tocando", disse.
Para o editor da "Rhythm" Chris Barnes a "técnica impressionante e sua capacidade de imprimir seu estilo único a cada projeto que integra" influenciaram no resultado.
Bem à frente de Dave Grohl
Jordison superou Mike Portnoy, da banda Dream Theater e Gavin Harrison, da Porcupine Tree.
Em quarto lugar na lista surgiu Niel Peart, do Rush. Em seguida, na quinta posição, figurou o ex-Nirvana e atual Foo Fighters e Them Crooked Vultures Dave Grohl.
Slipknot vai gravar novo album após morte de Paul Gray diz Baterista
Joey Jordison, baterista banda Slipknot, declarou ao portal "Des Moines Register" que, apesar da morte do baixista Paul Gray em maio deste ano, o grupo vai prosseguir e gravar um novo álbum.
Jordison acrescentou que Gray não será substituído e que as linhas de baixo serão compostas e gravadas por outros membros da banda.
"Ainda estamos lidando com a morte de Paul, que Deus tenha sua alma, mas ele jamais diria para não gravarmos um outro disco", destacou o baterista à publicação.
Paul Gray foi encontrado morto em um hotel do subúrbio de Des Moines, em Iowa, nos Estados Unidos, em 25 de maio. Resultados da necrópsia realizada no corpo do baixista revelaram que a morte foi provocada por uma overdose acidental de morfinal e fentanil — um substituto sintético da morfina.
DVD ao vivo
Mesmo com as atividades temporariamente suspensas, a banda lança um novo DVD ao vivo no próximo dia 28. O show foi gravado no condado britânico de Leicestershire, durante a edição 2009 do Download Festival, diante de uma plateia com aproximadamente 80 mil pessoas.
"Não saberei mais meu nome quando tiver 85 anos, mas lembrarei deste show" comentou Jordison que, por enquanto, segue se apresentando com seu projeto paralelo Murderdolls.
Recentemente, Joey Jordison foi considerado o melhor instrumentista do gênero no mundo por 100 mil leitores da revista especializada "Rhythm", editada na Inglaterra.
Jordison acrescentou que Gray não será substituído e que as linhas de baixo serão compostas e gravadas por outros membros da banda.
"Ainda estamos lidando com a morte de Paul, que Deus tenha sua alma, mas ele jamais diria para não gravarmos um outro disco", destacou o baterista à publicação.
Paul Gray foi encontrado morto em um hotel do subúrbio de Des Moines, em Iowa, nos Estados Unidos, em 25 de maio. Resultados da necrópsia realizada no corpo do baixista revelaram que a morte foi provocada por uma overdose acidental de morfinal e fentanil — um substituto sintético da morfina.
DVD ao vivo
Mesmo com as atividades temporariamente suspensas, a banda lança um novo DVD ao vivo no próximo dia 28. O show foi gravado no condado britânico de Leicestershire, durante a edição 2009 do Download Festival, diante de uma plateia com aproximadamente 80 mil pessoas.
"Não saberei mais meu nome quando tiver 85 anos, mas lembrarei deste show" comentou Jordison que, por enquanto, segue se apresentando com seu projeto paralelo Murderdolls.
Recentemente, Joey Jordison foi considerado o melhor instrumentista do gênero no mundo por 100 mil leitores da revista especializada "Rhythm", editada na Inglaterra.
Assinar:
Postagens (Atom)